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Joésio D. P. Siqueira nasceu em 1948, na Lapa. É um dos filhos de Raul Siqueira e Ondina Pierin Siqueira. A lista dos lapeanos inspiradores é longa, está apenas começando, mas dá para arriscar dizer que esse é o personagem mais competitivo de todos. Para se ter ideia, ele faz parte da Seleção Brasileira de Basquete e viaja o mundo todo para jogar. E olha, se o tamanho da responsabilidade de suas atividades profissionais for levado em conta, fica difícil imaginar que sobre tempo de dedicação ao esporte. Mais do que isso, que sobre tempo para ganhar títulos. Em 2010, Joésio foi Campeão Panamericano de Basquetebol Master (60+), nos EUA, jogando no time do técnico Carioquinha. Inacreditável? Não para ele.
Determinado desde pequeno, aos sete anos foi servente de pedreiro, depois auxiliar em armazém, pau para toda obra na granja do pai (a primeira da Lapa, em sociedade com o cunhado João Pierin) e agricultor. “As galinhas precisavam comer e nós tínhamos que plantar”, brinca. “Um dia, apoiado na enxada, pensei que poderia mudar de vida servindo o exército. Eu sonhava ir para a Polícia Especial (PE), no Rio de Janeiro, mas meu pai deu um jeito do comandante me segurar na Lapa. Só desconfiei e descobri sobre essa ordem ao voltar para casa, depois de onze meses de farda, quando, ao entrar, seu Raul me perguntou ironizando se o Rio de Janeiro era mesmo bonito”.
Depois do quartel, a Engenharia Florestal foi a opção para o vestibular. A intensão era ser médico, mas é bem provável que a medicina não o levasse até onde chegou. Como engenheiro, trabalhou na CR Almeida logo que se formou, depois foi professor de cursinho, laboratorista em um curso de pós-graduação e, entre idas e vindas, dificuldades financeiras e persistência, finalmente se tornou professor da UFPR, onde os acontecimentos da carreira pararam de bater na trave.
“Eu sempre tive facilidade de relacionamento por conta do esporte. Sempre joguei futebol, basquete, vôlei e isso me permitiu ser amigo das pessoas. Outra vantagem em minha vida, junto com meu sempre sócio Ivan Tomaselli, também companheiro de UFPR, era saber desenvolver um bom projeto. Unindo isso às minhas quarenta horas dentro da universidade meu nome foi ficando conhecido. Todos diziam ‘manda para o Joésio que ele resolve’. Até que eu, o Ivan e um grupo de professores montamos o primeiro programa de pesquisa florestal integrado do Brasil, captando um investimento de três milhões de dólares para dentro do Curso de Engenharia Florestal da UFPR. Isso foi inédito na universidade, fora a repercussão país afora. A partir daí, as coisas foram dando certo, inclusive fui convidado para auxiliar na elaboração do Plano de Governo de João Figueiredo (1979-1985), o que abriu muitas portas”.
Joésio e seu sócio Ivan montaram a empresa STCP, que presta serviços de consultoria, engenharia e gerenciamento no mundo inteiro. É considerada a maior empresa da América Latina em seu ramo de atuação, mantendo relações com vários países, seus presidentes, chefes de estado e multinacionais.
E a Lapa, dá tempo de visitar? “E onde é que eu iria recarregar as baterias? Uma coisa é preciso entender, a gente pode até sair da Lapa, mas ela não sai de você. Vou pra lá toda a semana, quando os compromissos não tomam muito tempo, senão, pelo menos uma vez por mês eu vou. Fora os lapeanos que eu vivo encontrando mundo afora. Da Lapa eu só trago um recalque: não ter conseguido convencer os prefeitos dos últimos 25 anos, apesar das inúmeras tentativas, a ajudá-los a construir um plano de desenvolvimento para o município, contemplando a atração de investimentos, a melhoria dos processos de educação, a melhor e maior participação nos esportes, especialmente com jovens e estudantes, e a adequada consolidação da infraestrutura de transporte das estradas municipais. Montar um projeto desse porte para a minha Lapa seria uma satisfação e a melhor realização. Talvez isso aconteça um dia”.
Foto arquivo pessoal
Tags: joésio siqueira, lapeanos inspiradores
http://www.trajetolapa.com.br/lapeanos-inspiradores-joesio-siqueira/

Veja reportagens na íntegra.
Acesse os links:
http://agro.gazetadopovo.com.br/noticias/empresas-garantem-producao-agricola-com-sustentabilidade/
http://www.avisite.com.br/clipping/index.php?codclipping=26106
http://www.cisoja.com.br/index.php?p=noticia&idN=24144
http://www.stcp.com.br/noticias/forum-de-sustentabilidade-amp-governanca-e-destaque-no-agronegocio-p747

JORNAL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DIVULGA FÓRUM DE SUSTENTABILIDADE & GOVERNANÇA ORGANIZADO PELA STCP
CAPITAL PARANAENSE RECEBE FÓRUM
O setor produtivo nacional está diante de um panorama claro: atualmente, quando vivemos uma era de acesso à informação de proporções gigantescas, as organizações que não incluem em seus negócios ações efetivas voltadas a inovações e sustentabilidade, estão ficando para trás nos quesitos competitividade e Market Share.
Do ponto de vista do consumidor, cada vez mais atento a empresas ambientalmente responsáveis e socialmente justas, as que não apresentam soluções transparentes a respeito de suas iniciativas relacionadas ao aquecimento global e redução das emissões de carbono, por exemplo, correm um sério risco não só pela escassez de recursos, mas principalmente pela queda de faturamento dos negócios.
Apesar de inquietante, tal premissa parece não ter atingido boa parte do empresariado que ainda apresenta certa resistência à ideia de “triple bottom line” – ou tripé da sustentabilidade, também conhecida como os “Três Ps” (people, planet and profit), em português, “PPL” (pessoas, planeta e lucro). De acordo com um levantamento realizado pela consultoria DOM Strategy Partners, em 223 companhias de grande porte, 61% dos executivos de diversos segmentos de atuação ouvidos afirmaram que não enxergam oportunidades de gerar valor por meio de alternativas sustentáveis – e que o pouco que fazem é impulsionado apenas pela pressão da sociedade. Em 79% das corporações, o conceito de sustentabilidade não é globalmente trabalhado, ficando restrito a um setor ou liderança específica. Ou seja, na prática ser sustentável está mais para marketing do que cultura nas grandes empresas.
Nesse contexto, a governança corporativa é vista como uma ferramenta imprescindível e determinante à aplicação eficaz da sustentabilidade em toda a cadeia produtiva. Isso significa trabalhar os preceitos que abrangem questões ambientais e sociais em duas frentes: tanto estrategicamente como em âmbito operacional.
Ao vislumbrar o cenário ideal, as companhias que apresentam conselhos com representações externas, sejam de especialistas convidados ou stakeholders, que atuam na resolução de problemas e buscam soluções para minimizar os impactos das atividades gerados pelas empresas, estão um passo à frente. Entretanto, o que se vê hoje ainda são medidas internas fechadas que apresentam baixos níveis de dinamismo e inovação.
Fórum
Visando abordar temas relacionados à sustentabilidade e governança em diferentes setores, desde 2012, a STCP Engenharia de Projetos e Milano Consultoria e Planejamento promovem o Fórum de Sustentabilidade & Governança – O novo paradigma do desenvolvimento.

Assim como em outras edições, quatro painéis estruturam o evento, que acontece nos dias 18 e 19 de agosto, em Curitiba (PR). Tendências em sustentabilidade e governança, sustentabilidade no agronegócio brasileiro, governança para sustentabilidade e capital natural serão as linhas abordadas pelos palestrantes. Ao final, um debate síntese do evento, mediado por Miguel Milano, da Milano, contará com a participação de jornalistas especializados e do vice-presidente da STCP, Joésio D. P. Siqueira.

Após a abertura oficial a ser realizada pelo presidente da STCP, Ivan Tomaselli, o público presente contará com a contribuição intelectual de Stuart Hart, da Universidade de Cornell. Com um currículo impecável, o profissional mantém nível de destaque no cenário econômico internacional e é um dos expoentes dos movimentos de empreendedorismo social, sendo um dos fundadores da teoria da Base da Pirâmide. Não por acaso, ocupa as cadeiras Steven Grossman em Negócios Sustentáveis na Universidade de Negócios de Vermont e a emérita Samuel C. Johnson em Empresas Globais Sustentáveis. Além disso, é Professor Emérito em Gestão na Escola de Gestão Johnson da Universidade de Cornell, onde fundou o Centro para Empresas de Sustentabilidade Global. Hart também é membro do conselho da Novelis (patrocínio bronze do fórum), líder mundial em laminados e reciclagem de alumínio, e autor do livro “Capitalismo na Encruzilhada”.

Para mais informações sobre os palestrantes e acesso ao programa do Fórum de Sustentabilidade & Governança 2015, acesse o site http://www.sustentabilidadegovernanca.com.br. No link também é possível realizar a inscrição e obter detalhes sobre a localização do evento.
http://www.diarioinduscom.com/capital-paranaense-recebe-forum/

http://www.stcp.com.br/noticias/jornal-industria-e-comercio-divulga-forum-de-sustentabilidade-amp-governanca-organizado-pela-stcp-p737

CAPITAL PARANAENSE RECEBE FÓRUM
O setor produtivo nacional está diante de um panorama claro: atualmente, quando vivemos uma era de acesso à informação de proporções gigantescas, as organizações que não incluem em seus negócios ações efetivas voltadas a inovações e sustentabilidade, estão ficando para trás nos quesitos competitividade e Market Share.
Do ponto de vista do consumidor, cada vez mais atento a empresas ambientalmente responsáveis e socialmente justas, as que não apresentam soluções transparentes a respeito de suas iniciativas relacionadas ao aquecimento global e redução das emissões de carbono, por exemplo, correm um sério risco não só pela escassez de recursos, mas principalmente pela queda de faturamento dos negócios.
Apesar de inquietante, tal premissa parece não ter atingido boa parte do empresariado que ainda apresenta certa resistência à ideia de “triple bottom line” – ou tripé da sustentabilidade, também conhecida como os “Três Ps” (people, planet and profit), em português, “PPL” (pessoas, planeta e lucro). De acordo com um levantamento realizado pela consultoria DOM Strategy Partners, em 223 companhias de grande porte, 61% dos executivos de diversos segmentos de atuação ouvidos afirmaram que não enxergam oportunidades de gerar valor por meio de alternativas sustentáveis – e que o pouco que fazem é impulsionado apenas pela pressão da sociedade. Em 79% das corporações, o conceito de sustentabilidade não é globalmente trabalhado, ficando restrito a um setor ou liderança específica. Ou seja, na prática ser sustentável está mais para marketing do que cultura nas grandes empresas.
Nesse contexto, a governança corporativa é vista como uma ferramenta imprescindível e determinante à aplicação eficaz da sustentabilidade em toda a cadeia produtiva. Isso significa trabalhar os preceitos que abrangem questões ambientais e sociais em duas frentes: tanto estrategicamente como em âmbito operacional.
Ao vislumbrar o cenário ideal, as companhias que apresentam conselhos com representações externas, sejam de especialistas convidados ou stakeholders, que atuam na resolução de problemas e buscam soluções para minimizar os impactos das atividades gerados pelas empresas, estão um passo à frente. Entretanto, o que se vê hoje ainda são medidas internas fechadas que apresentam baixos níveis de dinamismo e inovação.
Fórum
Visando abordar temas relacionados à sustentabilidade e governança em diferentes setores, desde 2012, a STCP Engenharia de Projetos e Milano Consultoria e Planejamento promovem o Fórum de Sustentabilidade & Governança – O novo paradigma do desenvolvimento.

Assim como em outras edições, quatro painéis estruturam o evento, que acontece nos dias 18 e 19 de agosto, em Curitiba (PR). Tendências em sustentabilidade e governança, sustentabilidade no agronegócio brasileiro, governança para sustentabilidade e capital natural serão as linhas abordadas pelos palestrantes. Ao final, um debate síntese do evento, mediado por Miguel Milano, da Milano, contará com a participação de jornalistas especializados e do vice-presidente da STCP, Joésio D. P. Siqueira.

Após a abertura oficial a ser realizada pelo presidente da STCP, Ivan Tomaselli, o público presente contará com a contribuição intelectual de Stuart Hart, da Universidade de Cornell. Com um currículo impecável, o profissional mantém nível de destaque no cenário econômico internacional e é um dos expoentes dos movimentos de empreendedorismo social, sendo um dos fundadores da teoria da Base da Pirâmide. Não por acaso, ocupa as cadeiras Steven Grossman em Negócios Sustentáveis na Universidade de Negócios de Vermont e a emérita Samuel C. Johnson em Empresas Globais Sustentáveis. Além disso, é Professor Emérito em Gestão na Escola de Gestão Johnson da Universidade de Cornell, onde fundou o Centro para Empresas de Sustentabilidade Global. Hart também é membro do conselho da Novelis (patrocínio bronze do fórum), líder mundial em laminados e reciclagem de alumínio, e autor do livro “Capitalismo na Encruzilhada”.

Para mais informações sobre os palestrantes e acesso ao programa do Fórum de Sustentabilidade & Governança 2015, acesse o site http://www.sustentabilidadegovernanca.com.br. No link também é possível realizar a inscrição e obter detalhes sobre a localização do evento.
http://www.diarioinduscom.com/capital-paranaense-recebe-forum/

http://www.stcp.com.br/noticias/jornal-industria-e-comercio-divulga-forum-de-sustentabilidade-amp-governanca-organizado-pela-stcp-p737

Na segunda edição do boletim de Análise Mercadológica, confira indicadores macroeconômicos e o índice de preços de madeira em tora no Brasil, com dados levantados e analisados pela equipe de profissionais da STCP.
Confira, acesse:
http://colheitademadeira.com.br/bforest/b-forest-revista-eletronica-setor-florestal-edicao-10-ano-02-n-07-2015/
http://www.stcp.com.br/noticias/stcp-publica-analise-mercadologica-na-b-forest–revista-eletronica-do-setor-florestal-p736

No dia 26/06/2015, Dr. Joésio D. P. Siqueira, vice-presidente da STCP, representando as Empresas que atuam no setor Florestal, proferiu discurso na Câmara Municipal de Curitiba, quando destacou a importância do Setor Florestal Brasileiro no âmbito nacional e internacional, como também a grande e efetiva contribuição do curso de florestas e dos engenheiros florestais para a consolidação deste setor em termos de inovação, qualidade, capacidade produtiva e destaque no cenário mundial.
A solenidade foi alusiva às comemorações dos 55 anos de criação do 1º Curso de Florestas do Brasil, quando a Câmara de Vereadores de Curitiba homenageou o Curso de Florestas da UFPR, por iniciativa do Vereador Roberto Salamuni.
No evento estiveram presentes vários representantes do Setor Florestal e Professores da Escola de Florestas, que receberam homenagens pelas suas contribuições à Escola e ao Setor.
http://www.stcp.com.br/noticias/

Nos dias 6 e 7 de maio os representantes do Consórcio STCP-ERG Resgate de Fauna, Sr. Joésio Siqueira (Vice-presidente da STCP Engenharia de Projetos) e o Sr. Délio Soares Morais (Diretor Presidente da ERG Engenharia), visitaram as estruturas dos três Centros de Triagem de Fauna e melissofauna (abelhas nativas) do projeto de resgate de fauna da UHE Colíder, em Mato Grosso.
A UHE Colíder, que terá uma potência instalada de 300 MW, está sendo construída pela COPEL Geração e Transmissão S.A. no Rio Teles Pires, abrangendo a região dos municípios de Colíder, Nova Canaã do Norte e Itaúba.
A obra é integrante do Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal e faz parte de um projeto de expansão hidrelétrica do Brasil na área da bacia do rio Tapajós, um dos principais afluentes do rio Amazonas, e será o primeiro de cinco aproveitamentos hidrelétricos previstos para serem instalados no Rio Teles Pires.
Os serviços do Consórcio STCP-ERG atendem ao Programa de Resgate de Fauna durante a fase de desmatamento e enchimento do reservatório da UHE Colíder, componente do Plano Básico Ambiental do empreendimento.
O Consórcio STCP-ERG Resgate de Fauna é responsável pelo serviço de resgate e afugentamento de animais sob algum risco na Área de Influência Direta do empreendimento devido à supressão da vegetação e a formação do reservatório da UHE Colíder, com área prevista de 171,7 km².
Os três Centros de Triagem (CT1, CT2 e CT3) estão estrategicamente instaladas ao longo da área prevista para a formação do reservatório, equidistantes aproximadamente 60 km. A estrutura dos CT’s é formada por Clínica Veterinária, Meliponário de Quarentena, Alojamentos e Áreas de Vivência.
O Consórcio STCP-ERG Resgate de Fauna possui escritório de apoio na cidade de Colíder. O quadro de colaboradores é composto por Veterinários, Biólogos, Engenheiros Florestais, Auxiliares de Campo (barqueiros e motosserristas), Auxiliares de CT e Técnicos Administrativos, totalizando 105 funcionários no projeto.
http://www.stcp.com.br/

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